R Seixas
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Parafráticos
Parafráticos
Esta série aborda um mundo imagético, onírico, nosso e dos personagens retratados. Inserindo símbolos de perfeição e de defeitos, crio de forma ilustrativa as nossas relações efêmeras com parceiros ou com a sociedade e expresso como essas relações influem na nossa maneira de agir, convidando a uma reflexão interpessoal.
Parafráticos, é uma junção de duas palavras: Para, vem de pára-quedas representando uma realidade entre dois mundos, Paráfrase, significando reinventar o homem em telas como um documento de si, colorindo novas possibilidades e rompendo paradigmas.
Para os Gregos o quadrado é o símbolo da perfeição, compactuando deste conceito, formas geométricas estarão participando nesta dialética, confundindo o homem entre o real e o simplório.
“De modo mais honesto e mais puro fala o corpo são, perfeito, quadrado; e fala do sentido da terra”. (Friedrich W. Nietzshe)
Colocando o homem frente a situações cotidianas, personificando-se diante de dilemas e impecilhos em um mundo utópico, mergulhando no vazio e adentrando o entre...
... Versos de parafráticos.
Sobre Parafráticos
No conjunto de obras da série Parafráticos, do artista plástico baiano Rodrigo Seixas, é colocada em evidência a experiência humana como paráfrase constante de si e de sua própria natureza. Nesta perspectiva, nota-se nas telas a necessidade de uma constante re-leitura e re-pintura de si. Este movimento de re-criação humana a partir de sua própria subjetividade é retratado pela presença constante de pára-quedas nas pinturas, o que sugere um alheamento e um desligamento a certos paradigmas, levando a figura humana à re-invenção a partir de uma paráfrase.
A presença constante de figuras quadradas nesta série de telas localiza o homem imperfeito no mesmo espaço da perfeição; homem e anti-homem postos lado a lado sugerindo, a partir desta complementaridade, o impulso de parafrasear-se.
A paciência do colorido e o espalhamento de formas sem nome no ambiente das telas lhes confere caráter experimental e inovador,ao mesmo tempo que o artista mescla o prosaico(homem como cotidiano de si) e o desconhecido(o que virá para além do cotidiano). Desta forma é que, ao contemplar os trabalhos, percebe-se a preocupação com os impossíveis e com as utopias, revelando o ato de im-permanecer humano como condição de existência.
Thiago Lobão, Salvador, 09/02/2011
Parafrática III
Acrílica sobre tela
Dimensão: 50 cm X 70 cm
Parafrática IV
Acrílica sobre tela
Dimensão: 1,0m X 1,0m
Parafrático I
Acrílica sobre tela
Dimensão: 50 cm X 70 cm
Parafráticos em papel III
Acrílica sobre papel canson
Dimensão: 29 cm X 42
Parafráticos em papel IV
Acrílica sobre papel canson
Dimensão: 29 cm X 42 cm
Parafráticos em papel II
Acrílica sobre papel canson
Dimensão: 29 cm X 42 cm
Parafráticos em papel V
Acrílica sobre papel canson
Dimensão: 29 cm X 42 cm
Parafráticos em papel VI
Acrílica sobre papel canson
Dimensão: 29 cm X 42 cm
Parafráticos V
Acrílica sobre tela
Dimensão; 70 cm X 80 cm
Parafráticos VI
Acrílica sobre tela
Dimensão: 60 cm X 80 cm
Banner Parafráticos (cenário para banda Manontropo)
Impressão digital sobre plástico
Dimensão; 3,0 m X 1,0 m
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